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Alemães incrédulos com exploração de trabalhadores no Alentejo

A ativista alemã Friederike Heuer está a dar a cara por um movimento (Boykott) que pretende fazer frente à “escravatura moderna” e à “agricultura intensiva que se pratica no Alentejo”.

A ativista, que assume ser uma apaixonada por Portugal, organiza viagens de grupo de turistas alemães ao Alentejo. Neste último verão, confessou aos microfones da SIC ter ficado escandalizada com as condições precárias dos trabalhadores daquela região, sobretudo os migrantes da Ásia, África e Europa de Leste, à qual apelida de “escravatura moderna”.

Também a luta contra o alegado “consumo excessivo de água por parte das culturas intensivas de abacate e frutos vermelhos”, assim como a “injusta distribuição de água pela população” motivam um pedido de boicote aos compradores e consumidores germânicos.

O grupo ativista saiu às ruas de Frankfurt e já está a preparar uma nova ação com o apoio dos sindicatos da região de Essen.