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BOM DIA: um pioneiro do teletrabalho

Há uma semana que o mundo do trabalho mudou em quase todos os países europeus. O coronavírus obrigou muita gente a ter de trabalhar a partir de casa.

Para o BOM DIA, o esforço de adaptação foi reduzido. Passamos a evitar apenas as reportagens no terreno ou as entrevistas presenciais.

De resto nada mudou na nossa forma de trabalhar. Porquê? Porque desde a sua origem, o BOM DIA aproveita todas as vantagens das tecnologias e rege-se pelo princípio do teletrabalho.

Apesar de ser um jornal dedicado às comunidades portuguesas que vivem na Europa, o BOM DIA não tem um repórter em cada cidade europeia onde está um português ou onde acontece um evento ligado à diáspora lusa. Para assegurarmos a melhorar informação contamos com a rapidez dos contactos online e com a imensa fonte de informação que são as redes sociais.

Ou seja, o BOM DIA não publica apenas nas redes sociais; também as utiliza para saber o que se passa com os portugueses espalhados pelo mundo, com destaque para a diáspora na Europa, e sobretudo nos seis países a que nos dedicados mais especialmente: Alemanha, Bélgica, França, Luxemburgo, Reino Unido e Suíça.

Fisicamente, os nossos colaboradores estão em pelo menos quatro continentes e numa vintena de países. A nossa redação trabalha entre Luxemburgo, Berlim, Coimbra, Leiria, Lisboa, entre outras cidades europeias e está continuamente em contacto através das redes sociais e outras ferramentas que facilitam o trabalho à distância.

A pandemia global do novo coronavírus vai mudar as nossas sociedades e haverá certamente consequências positivas e negativas. A ascensão do teletrabalho como solução para muitas profissões está entre as boas coisas que vamos retirar do após-pandemia. E neste aspeto, o BOM DIA é pioneiro e pode servir como exemplo para um mundo laboral onde se evitam deslocações desnecessárias entre casa e o local de trabalho, mas também onde os trabalhadores poderão melhor equilibrar o uso do seu tempo entre a vida privada e profissional.

Apesar do nosso otimismo e preparação para trabalhar num mundo mais isolado, o BOM DIA – por ter optado por fornecer informação gratuita – depende exclusivamente da publicidade. E a crise que se avizinha pode fazer desaparecer grande parte das suas receitas por cancelamento de campanhas de publicidade ou pela difícil situação financeira de alguns dos nossos clientes. Dependemos por isso, mais do que nunca, dos nossos leitores que nos podem ajudar lendo cada vez mais o BOM DIA, seguindo-nos no Facebook, no Instagram e no Twitter, e partilhando os nossos conteúdos nas redes sociais.