Muita tinta tem corrido desde que a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) atribuiu a camisola 7, há duas décadas envergada pelo capitão Cristiano Ronaldo, ao avançado Rafael Leão.
O próprio jogador de 27 anos formado no Sporting e atualmente ao serviço do Galatasaray foi bastante criticado pela opinião pública, sobretudo nas redes sociais, sendo principalmente acusado de oportunismo por pouco após a renúncia de Cristiano Ronaldo ter ficado com o “número mágico”. Mas a verdade é que Leão é quem tem menos culpa no cartório.
Com a saída precoce de Ronaldo, que estava inscrito nesta fase da Liga das Nações por Portugal com a tradicional 7, o número ficou vago e mandam as regras da própria competição que todos os 23 números, do 1 ao 23, (referentes ao limite de 23 atletas convocados) sejam ocupados. Assim sendo, Portugal perdeu momentaneamente um convocado, passando a contar com 22 jogadores, e viu-se forçado a encontrar um novo dono para um número “em aberto”.
Leão estava inscrito com a camisola 17 e passou a usar a 7, ao passo que Fábio Silva, inscrito por último, herdou a 17 do companheiro de seleção.
As regras permitem, contudo, que caso Ronaldo regresse à equipa das Quinas, a numeração volte a ser organizada, levando o caso, à partida, à estaca zero.
Esta é a numeração atual dos craques da nossa seleção:
1: Diogo Costa
2: Diogo Dalot
3: Rúben Dias
4: Tomás Araújo
5: Nuno Mendes
5: Nuno Tavares
6: João Palhinha
7: Rafael Leão
8: Bruno Fernandes
9: Gonçalo Ramos
10: Bernardo Silva
11: João Félix
12: Rui Silva
13: Renato Veiga
14: Francisco Conceição
15: João Neves
16: Francisco Trincão
17: Fábio Silva
18: Pedro Neto
20: João Cancelo
21: Rúben Neves
22: Samuel Soares
23: Vitinha